Há alguns anos surgiu um pequeno grupo de pessoas que se denominam terraplanistas (Flat Earth Society).
Colocando a prova nossa capacidade de julgamento, eles vieram para um bem maior do que a maioria poderia imaginar.
Em pleno 2017 seria insano julgar a Terra, como sendo plana e não esférica (sim, nosso planeta). Mas é exatamente isso o que esse grupo de pessoas estão colocando em discussão.
A maioria das pessoas lúcidas atacam os terraplanistas com argumentos hora muito bem elaborados, hora nem tanto. Hora atacam não apenas as teorias, mas o humano terraplanista. Poucos são os que defendem e acreditam verdadeiramente na teoria comentada.
Mas há algo por trás disso tudo e que ninguém comenta.
Há um disputa de dualidade, ou seja, uma divisão bilateral de opiniões que nos fazem crer que há apenas dois lados a serem defendidos: os que acreditam na teoria e os que não acreditam.
Esse é um fato sólido que não é visto de maneira clara e que é a chave central de toda essa confusão. Dessa luta entre opostos.
Mas por que é que esse conflito todo é tão importante?
A importância maior não é saber se a terra é plana, esférica ou quadrada, mas sim resgatar o senso crítico do homem do século XXI.
Tal homem que se julga tão avançado e evoluído por suas tecnologias, mas que é incapaz de captar fatos e pensar por conta própria.
Indo mais além, os terraplanistas são uma das ferramentas mais bem elaboradas dos últimos anos para trazer um pouco de reflexão a cada homem e para resgatar o espírito do observador e explorador que hoje hiberna em nós.
Então pense muito bem antes de julgar um fato de maneira rasa, pois além de dois lados sempre há a possibilidade de ver o conflito como um todo. E esse é o verdadeiro propósito de um terraplanista.

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