O mundo carrega o fardo,
O fardo do peso vazio do mundo
Sem ter a quem lastimar,
Haja visto que, o mundo
Carrega o fardo do peso
Do vazio do mundo
A fronteira que encontra,
É um mero capricho,
É a sua caneta
A riscar um obstáculo
Vê só, mundo,
Tu não és tão hipócrita assim,
A caneta que usa é a culpada
Pelo caminho malogrado
Um traço ora torto a esquerda
Ora torto a direita, mas sempre em frente
Com vã ironia, das coisas do mundo
Que mesmo ei-lo sendo mundo
Ainda o prendem
Teu professor caduco,
É um jovem aprendiz,
Que por entre sorrisos e abraços,
Da tristeza ao cansaço,
Do sapato apertado
Com silêncio o diz
E no teu corpo escreve
As marcas do mundo
Que a todos pertencem
Texto por: Artur Rinaldi
Imagem por: Kinga Britschgi

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